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Pedro Filipe
Webmaster
Ford Cortina MK IV

Ford Transit

Citroen Visa Super E

Renault
4

O grande
Ford Taunus 1500 M TS




Renault 5 GTL

Fiat Uno 60 SL

Fiat Tipo 1.1 Smart


Fiat Tipo 1.1 Smart



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BREVE DESCRIÇÃO
Há 45 anos nasci em
Lourenço Marques, vim com a família para Portugal há 40 e vivo actualmente em Lisboa. Gostos
principais: carros (grandes), mulheres (boas raparigas) e ... água (deixei quase de beber cerveja);
Outros gostos: cinema, internet, praia, bom futebol, fotografia, snooker; desportos: Triatlo (1986 a 1990), BTT, musculação, cardio-fitness.
Desgostos: (não pela seguinte ordem) pessoas maldosas, invejosas,
egoístas, interesseiras, condutores de domingo, ladrões, chico-espertos, feministas, etc
- não me lembro agora mais.
É m/ profissão paginar revistas, digitalizar e tratar imagens, fazer
fotolitos, provas de cor, etc. Actualmente, encontro-me na área de impressão
digital - preparação de ficheiros e tratamento de imagem. Possuo o curso de Técnico de
Indústria Gráfica e o 12º ano. Além deste curso, fiz um de introdução ao FrontPage, Flash, DreamWeaver e Director. O objectivo é aprender a construir websites e, no futuro, fazê-los
profissionalmente.
Por isso, começo a praticar com este site e aos poucos melhorando, para que vocês
curtam e
voltem.Falando
mas é de carros (histórias reais):
Antes de ter a carta, aprendi a conduzir
com o meu padrasto, numa carrinha Ford Cortina 1600. Bom carro.
Recordo-me de ter ido
a Itália carregado até a cima e voltar sem nenhum problema. Ah, tivemos só
um furo. Tirei a carta, num carro mais que mau - o Morris Marina - cor de
mostarda! Passei, e calhou-me nas mãos uma Ford Transit ! Era uma
carrinha de trabalho. Durante um ano, antes de entrar para a tropa,
habituei-me a um veículo grande, a dominá-lo. Não é para me gabar, mas fazia
curvas em slide, sem problemas. Lembro-me duma história negativa, mas como
tenho um anjo da guarda, cá estou eu para a contar: então foi assim, de
férias para o Algarve, desde Lisboa, correu tudo bem. À volta, em viagem
directa para o Porto (600 kms) deu-me o sono na auto-estrada, faltavam uns
30 kms para chegar ao Porto. Ia ao meu lado a m/ mãe a dormir, atrás,
deitado ia o m/ padrasto também a dormir. Eu, fiz-lhes companhia, pois o
ambiente era propício: noite, auto-estrada, a carrinha não dava mais que 90 !!!
Devo ter dormitado uns bons 5-10 seg., então comecei a pensar ou a sonhar
que estava a conduzir e, abrindo lentamente os olhos, reparo que era mesmo
verdade, pois já estava a ir na direcção dos rails. Dou uma forte guinada
para a direita, bato de raspão nos rails, a carrinha faz repique, dou uma
guinada suave para a esquerda e encosto. O resto não vale a pena contar,
pois já não fui a conduzir...
Durante a tropa, o m/ falecido pai, oferece-me um Citroen Visa Super E
em segunda mão. O carro estava como novo, mas durou trinta e poucos dias.
Andava bem, não se sentia os buracos da estrada - suspensão cinco estrelas,
claro, é Citroen. Então, foi assim: Domingo de manhã, bem cedo, ia buscar a
m/ irmã ao aeroporto. Vinha de Londres e já não a via há dois anos. Estava
entusiasmado, conduzia despreocupadamente na Marginal (já foi considerada a
mais mortal estrada da Europa), já a conhecia, julgava eu, como a palma da
m/ mão. A velocidade era excessiva, 120 kms/h, para aquela curva àquela hora
(ainda hoje em dia continuam a estampar-se carros naquela zona); digo àquela
hora, porque a estrada ainda estava escorregadia, por causa do salitre largado
pelo mar. Outra história negativa, dizem vocês! Realmente, é destas
histórias que nos lembramos, é pena. Mas, como o anjo da guarda não dorme,
cá estou para a contar: então foi assim, o carro ao fazer a curva começa
a fugir de traseira, eu na falta de experiência, devia ter reduzido com as
mudanças e controlando o volante, contra-brequei para um lado e para o
outro, entrei em contra-mão, a m/ sorte é que não veio nenhum carro de
frente, olho para o velocímetro (90 kms/h), galguei o passeio rasando um
poste, entro num descampado, vejo um monte de terra à frente, guino para a
direita e sem nenhuma possibilidade de fugir, surge uma pedra enorme, talvez
com 50 cms de diâmetro. O carro bate de frente, como tropeçando e vai às
cambalhotas, sempre de frente, durante uns vinte metros. Quando pára de
rodas para o ar, continuo agarrado ao volante ainda não refeito do susto e o
que passa logo pela cabeça é desligar a chave na ignição. Olho à m/ volta,
vejo os vidros todos partidos, arrasto-me para fora do carro com receio de
ter algo partido. Chegam pessoas, digo-lhes que me sinto bem, não sentia ter
nada partido, só algumas escoriações por causa dos vidros partidos. Chegou a
ambulância e lá fui para o hospital, em vez de ir para o aeroporto!
Nota: se eu tivesse despistado para o meu lado da estrada, teria ido parar
ao mar, o que teria sido pior !
Outro carro que tive, foi um Renault 4. Para todo-o-terreno, não
faltava muito. Muito aguentou aquele carro. Vendi-o, porque bebia mais do
que eu: 1 lata de óleo por semana.
Outro carro histórico que tive, foi um Ford Taunus 15M TS de 1967.
Adquiri-o pela espectacular quantia de € 350. Mudanças no volante, banco
corrido à frente em napa vermelha, era lindo, não era nada foleiro. Era
foleiro quando o comprei; com os estofos cobertos de pele de borrego, por um
lado ainda bem, conservou os estofos e com umas persianas de alumínio branco
no vidro atrás!!! Tirei logo aquilo. O tablier que era de ferro pintado de
branco, pintei-o a spray: preto fosco - ficou lindo. Era um carro de um só
registo. Via-se que era bem cuidado. Só tive de trocar a embraiagem. Quando
a troquei, parece que tinha acabado de sair do stand. Era meter a
primeira e pisar um pouco o acelerador que os pneus chiavam por todos os
lados, de alegria. Cheguei a levar de uma só vez, a contar comigo, onze
pessoas lá dentro. E, como não podia deixar de ser, outra história não tão
negativa, porque acabou em bem: passeava no meu Ford, quando me aparece à
frente um carro mais lento. Decido ultrapassá-lo, acelero e de repente o
outro carro acelera também naquela de não me deixar ultrapassar. Começo a
ficar aflito porque surge uma curva e vem um carro de frente, tive de
decidir numa fracção de segundo o que ia fazer. O carro que vinha de frente,
travou a fundo e ficou parado no meio da faixa, enquanto eu contornei-o
pela sua direita pela berma (sorte a m/ que não tinha passeio) e voltei para
a m/ faixa, ultrapassando finalmente o outro. Não sei o que aconteceu com o
sujeito que ia em sentido contrário, mas que apanhou um grande susto,
apanhou de certeza. O resto é história.
Carro seguinte: Renault 5 GTL. Belo carro, adquiri-o em segunda mão
num stand. Tive sorte, porque estava impecável. Zero problemas. Histórias
negativas: várias. Pois é, eu era um pouco louco a conduzir há uns anos. O
meu sonho de miúdo era ser piloto de carros de rallies. Não havia rally de
Portugal que não faltasse. Tive sorte de conhecer uns pilotos profissionais
que me deram umas dicas, porque se calhar, nem o meu anjo da guarda me
valia. Então foi assim: coisa pouca aconteceu, mas admito que existe uma
parte excitante, mesmo cometendo erros, um foi a conduzir colado a outros
carros, que de repente travam a fundo e eu, que ia atrás deles na faixa da
esquerda, dou uma guinada e contra-brecagem no volante com a mão esquerda
que me leva para a faixa da direita. Olho para o retrovisor e só vejo o
carro que ia atrás de mim a ocupar o meu suposto lugar.
Outra cena parecida com esta, aconteceu também nesta estrada maldita, a
Marginal, em que num dia de chuva um carro seguia devagar pela faixa da
esquerda, ultrapasso-o pela direita, mas uma enorme poça faz-me entrar em
aqua plaining, o carro atravessa-se perpendicularmente ao outro, agora
rio-me - acho caricato, dou uma valente guinada para a direita, o carro por
milagre obedece e continuo em frente, atrasado para o emprego.
Acabou mal este carro: felizmente eu, para variar, não sofri nada.
Encontrava-me parado num sinal vermelho. Tinha um carro à frente. Íamos
virar para uma rua à esquerda. O sinal fica verde, o carro da frente arranca
e não é que, em sentido contrário, um condutor distraído num Mini Morris
surge a grande velocidade, não viu que o sinal estava vermelho para ele,
e bate de raspão no carro que ia à m/ frente e espeta-se de frente contra
mim. Resultado: o homem que vinha no Mini foi enfiado numa ambulância que
chegou em poucos minutos, não sei se estava bêbado, e foi levado para o
hospital. O m/ carro ficou com a frente toda desfeita. E eu com o domingo
estragado. A seguradora do homem pagou o arranjo do carro, teve de ir à
máquina para esticar o chassis, mas eu vendi-o logo de seguida porque o
carro já não era o mesmo.
A seguir adquiri um Fiat Uno 60 SL usado. O carro estava
impecável, tinha tecto de abrir e pouco mais de extras. Era bem prático de conduzir,
acelerava bem até ao dia que... capotei. Vendi-o barato pois era um grande
investimento a reparação.
Por último, o m/ Tipo 1.1 Smart, já o tenho à dois anos e até agora
tem se portado bem e ninguém me bateu, graças a Deus. Espero, num futuro
próximo, adquirir um modelo superior (2.000).
Decidi com
pena trocar o meu Tipo por... outro Tipo 1.1 Smart! Esperem lá, não
sou maluco. O meu novo carro é mais recente... alguns meses, tem uma cor
mais ao meu gosto e 58000 kms, enquanto o outro que ainda possuo tem mais de
91000 kms. Está em óptimo estado de conservação.
Fiat Tipo 1.1 Smart prateado
vendido e... FIAT TIPO 2.0 SEDICIVALVOLE adquirido! Pois é, quando se
quer muito as coisas aparecem e numa má altura, porque estou mal de
finanças... mas se ninguém pega no 16v
(está há 2 meses na net para venda) vou pedir o dinheiro emprestado e
salvá-lo das mãos de um exterminador implacável. eheheh Pois, este será
estimado e levado para clássico. Já são raros os 2.0 16V, e parece que
ninguém anda a preservar a espécie. Fui buscá-lo ao Norte, um belo dia de
Abril de 2007 e vim por aí abaixo a testar as performances. Fabuloso.
Parabéns FIAT pelo belo espécime que criaste.
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